BBC Brasil: Francês constrói castelo medieval

26/08/2010 por Maximiliano Guzenski

Um castelo que está sendo construído na região central da França desde 98 tenta reproduzir nos mínimos detalhes uma construção medieval.

O projeto foi iniciado por um fazendeiro local que queria não só criar empregos para a população local como aprender mais sobre a história da arquitetura.

Por isso, não são só as técnicas, mas os materiais, ferramentas e o estilo são todos tradicionais.

A construção está sendo feita no estilo usado na França do fim do século 12, início do século 13.

Entre os detalhes originais estão: a grande torre principal, já a meia altura; o grande salão de banquetes ou julgamentos e uma bela abóbada na torre de vigilância.

Os trabalhos são orientados por ilustrações obtidas em manuscritos da época. O projeto emprega 35 pessoas em tempo integral, além de voluntários.

Todos se vestem à moda da época, com algumas poucas concessões devido às normas de segurança modernas.

Entre os funcionários estão escultores, pedreiros e carpinteiros, além de artesãos que produzem cordas, cestas, tijolos e outros utensílios fundamentais para a construção.

O Chateau de Guedelon está aberto à visitação e recebe escolas e turistas. A construção só deve acabar em 2023.

fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/multimedia/2010/06/100630_videocasteloebc.shtml

Jornal da Globo: Conheça uma fábrica de facas para sushi com mais de 500 anos

24/08/2010 por Maximiliano Guzenski

Cada peça de sushi no Japão carrega uma herança milenar. A tradição é no corte. A faca usada pelos chefe é descendente direta das espadas dos Samurais. Uma tradição celebrada no filme ‘Kill Bill’ de Quentin Tarantino. A heroína, uma Turmann, procura um chefe de cozinha japonês que na verdade é um mestre na fabricação de espadas. É dele que ela recebe a arma ideal para enfrentar seus inimigos.

Em 1560 nas ruas de Kyoto, antiga capital do país, apareceram alguns mestres que produziram espadas tão boas que um deles passou a ser fornecedor da Casa Imperial Japonesa.

Em pleno XXI a empresa mantém o mesmo método de fabricação artesanal. Com o fim dos Samurais no século XIX, deixou de produzir espadas para fazer facas. Tadashi Enami produz sozinho alguns dos modelos mais caros da empresa.

Tadashi começa misturando placas de ferro e aço. Ele explica que houve uma época em que faltava matéria-prima. Por isso foi inventada a técnica de juntar o ferro, que é mais barato, como o aço. Aos poucos, a faca vai ganhando forma. É cortada, polida e, por fim, ganha o nome. A marca, em caracteres japoneses.

A faca ganhou fama no paraíso de quem ama sushi, o mercado do peixe de Tóquio. Ali estão disponíveis mais de 400 modelos para quem busca o corte perfeito.

O gerente da loja explica que a única diferença para uma arma é que a espada tinha fio dos dois lados. Uma faca como essa pode custar até R$ 20 mil. Uma tradição nascida na guerra e que acaba na mesa.

fonte: http://g1.globo.com/jornal-da-globo/noticia/2010/08/conheca-uma-fabrica-de-facas-para-sushi-com-mais-de-500-anos.html

Show de rua em Berna (Suiça)

14/04/2009 por Maximiliano Guzenski

Como já mencionei aqui, em 2008 eu fiz uma viajem “mochilão” por 15 países da Europa aonde retornou com várias fotos e vídeos.

Um desses países foi a Suíça (falarei mais sobre ela outro dia) e um dos vídeos que fiz foi esse show de rua com gaitas de foles que esses 2 caras fizeram para arrecadar um dinheiro.  A música deles é tão boa quanto a do Soar Patrol (já apresentado aqui).

Parte 1:

Parte 2:

Os Arautos (pequena introdução)

12/04/2009 por Maximiliano Guzenski

arautos

Direto do wikipedia:

“Para distinguir os cavaleiros no campo de batalha, um sistema de emblemas chamado heráldica foi desenvolvido. Para cada nobre foi desenvolvido um emblema especial para ser mostrado em seu escudo, sobretudo e bandeiras. O termo escudo de armas passou a designar o próprio emblema. Uma organização independente conhecida como Colégio dos Arautos desenhava brasões individuais e asseguravam que cada um era único. Os brasões eram registrados pelos arautos em livros especiais sob sua guarda.

No campo de batalha, combatentes usavam os brasões para distinguir amigos e inimigos e para escolher um adversário digno para uma luta corpo-a-corpo. Arautos faziam listas de cavaleiros prestes a lutar baseados em sua insígnias. Os arautos eram considerados neutros e atuavam como intermediários entre os dois exércitos. Dessa forma, eles podiam passar mensagens entre os defensores de um castelo ou cidade e seus sitiadores. Depois de uma batalha, os arautos identificavam os mortos pelos seus brasões.”

Nota final:  “Arautos” em inglês é “Heralds”, de onde deriva a palavra “Heráldica”