2º Mostra da Faca Artesanal

27/10/2010 por admin

Feira de facas artesanais (4 e 5 de dezembro)

Demostrações de forjas e cortes. Além de venda e troca de facas e shows com icones da cultura gaúcha.

local: dc navegantes / Porto Alegre – RS

BBC Brasil: Francês constrói castelo medieval

26/08/2010 por admin

Um castelo que está sendo construído na região central da França desde 98 tenta reproduzir nos mínimos detalhes uma construção medieval.

O projeto foi iniciado por um fazendeiro local que queria não só criar empregos para a população local como aprender mais sobre a história da arquitetura.

Por isso, não são só as técnicas, mas os materiais, ferramentas e o estilo são todos tradicionais.

A construção está sendo feita no estilo usado na França do fim do século 12, início do século 13.

Entre os detalhes originais estão: a grande torre principal, já a meia altura; o grande salão de banquetes ou julgamentos e uma bela abóbada na torre de vigilância.

Os trabalhos são orientados por ilustrações obtidas em manuscritos da época. O projeto emprega 35 pessoas em tempo integral, além de voluntários.

Todos se vestem à moda da época, com algumas poucas concessões devido às normas de segurança modernas.

Entre os funcionários estão escultores, pedreiros e carpinteiros, além de artesãos que produzem cordas, cestas, tijolos e outros utensílios fundamentais para a construção.

O Chateau de Guedelon está aberto à visitação e recebe escolas e turistas. A construção só deve acabar em 2023.

fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/multimedia/2010/06/100630_videocasteloebc.shtml

Jornal da Globo: Conheça uma fábrica de facas para sushi com mais de 500 anos

24/08/2010 por admin

Cada peça de sushi no Japão carrega uma herança milenar. A tradição é no corte. A faca usada pelos chefe é descendente direta das espadas dos Samurais. Uma tradição celebrada no filme ‘Kill Bill’ de Quentin Tarantino. A heroína, uma Turmann, procura um chefe de cozinha japonês que na verdade é um mestre na fabricação de espadas. É dele que ela recebe a arma ideal para enfrentar seus inimigos.

Em 1560 nas ruas de Kyoto, antiga capital do país, apareceram alguns mestres que produziram espadas tão boas que um deles passou a ser fornecedor da Casa Imperial Japonesa.

Em pleno XXI a empresa mantém o mesmo método de fabricação artesanal. Com o fim dos Samurais no século XIX, deixou de produzir espadas para fazer facas. Tadashi Enami produz sozinho alguns dos modelos mais caros da empresa.

Tadashi começa misturando placas de ferro e aço. Ele explica que houve uma época em que faltava matéria-prima. Por isso foi inventada a técnica de juntar o ferro, que é mais barato, como o aço. Aos poucos, a faca vai ganhando forma. É cortada, polida e, por fim, ganha o nome. A marca, em caracteres japoneses.

A faca ganhou fama no paraíso de quem ama sushi, o mercado do peixe de Tóquio. Ali estão disponíveis mais de 400 modelos para quem busca o corte perfeito.

O gerente da loja explica que a única diferença para uma arma é que a espada tinha fio dos dois lados. Uma faca como essa pode custar até R$ 20 mil. Uma tradição nascida na guerra e que acaba na mesa.

fonte: http://g1.globo.com/jornal-da-globo/noticia/2010/08/conheca-uma-fabrica-de-facas-para-sushi-com-mais-de-500-anos.html

Robin Hood: novo trailer

06/04/2010 por admin

Saiu um novo trailer do filme do Robin Hood, assista:

Assim como em “Gladiador”, o filme é dirigido por Ridley Scott e conta com Russel Crowe no papel principal. A estréia mundial está prevista para 14 de maio.

Brasão de armas

19/02/2010 por admin

Um "brasão de armas" ou "brasão de família" (quando se refere ao brasão de armas de uma família específica), na tradição medieval europeia, é um conjunto de emblemas heráldicos, com a finalidade de identificar indivíduos, famílias, clãs, corporações, cidades, regiões e nações. Normalmente, é representado dentro de um escudo, que é a arma de defesa homônima dos guerreiros medievais, mas também, pode ser representado em bandeiras, vestuários, objetos pessoais, entre outros.

magalhaes     Lago
Brasões de família Magalhães e Dal Lago pintados a mão por Gilberto Guzenski

Os brasões eram concedidos pelo Rei como forma de homenagear aos nobres e aos cavaleiros por sua coragem, pois eram símbolo de status e poder. Foram usados, principalmente, nos campos de batalha, para distinguir amigos e inimigos e para escolher um adversário digno para uma luta corpo-a-corpo.

Eram criados pelos Arautos, que garantiam que o brasão era único e os registravam em livros sob sua guarda.

Os primeiros brasões eram formados por cores plenas. Mais tarde, ganharam divisões que se referiam aos cortes, nos escudos, durante as batalhas. Depois, ganharam figuras fantásticas como leões, dragões, unicórnios, águias, cervos, e uma infinidades de outras figuras e símbolos. Outro dado interessante é que certos desenhos eram reservados à realeza de diferentes países.

Todas as cores e símbolos assumem um significado próprio, o que permite que esta arte se transforme, também, em um ciência.

É importante notar que um brasão de armas é definido não visualmente, mas, antes, pela sua descrição escrita, a qual é feita numa linguagem própria – a linguagem heráldica.

Descrição, em linguagem heráldica, das armas da família Galvão:
Partido: o primeiro de prata, com uma águia estendida de negro, carregada de uma crescente de ouro sobre o peito; o segundo de vermelho com seis costelas de prata, postas 2, 2 e 2, firmada nos flancos. TImbre: uma águia de negro, estendida, sainte, com uma costela de prata no bico.

Ao ato de desenhar um brasão dá-se o nome de brasonar. Para se ter a certeza de que os heraldistas, após a leitura das descrições, estão brasonando corretamente, criando brasões precisos e semelhantes entre si, a arte de brasonar segue uma série de regras mais ou menos restritas. Essas regras se referem ao escudo (peça mais importante) e aos ornamentos exteriores como coroa, elmos, mantos e tenentes.

Brasão de armas familiar

Saindo de sua condição de guerras, os brasões passaram para o âmbito da ciência heráldica, como símbolos de nobreza, de hierarquia eclesiástica, de corporações civis, militares, desportivas e de domínio. As famílias começaram a receber brasões por hierarquia, merecimento ou por serviços prestados ao reino, que os conservaram como símbolo de glória e honra.

É importante notar que, durante a Idade Média, a maior parte da população não sabia ler nem escrever, mas, através destes desenhos, as famílias podiam ser identificadas por todos.

Ao fim da Idade Média, até os proeminentes cidadãos não-nobres receberam brasões. Desde então, os brasões são passados de geração a geração e podem ser modificados pelo casamento.

Fonte: relatos de Gilberto Guzenski e na wikipedia (http://en.wikipedia.org/wiki/Coat_of_arms)

Chaveiro de miniatura de elmo

20/01/2010 por admin

Foram adicionados 3 modelos de chaveiros na parte de Souvenirs do site. Todos os 3 são réplicas, muito bem feitas, de elmos medievais e acompanha corrente e argola para as chaves.

Mais informações e valores em: http://www.museumedieval.com.br/souvenirs

 

Etapas da criação de um brasão de família em painel de couro.

10/01/2010 por admin

Olá,

Dando continuidade aos vídeos que mostram parte dos trabalhos artísticos feitos no Museu Medieval, estou adicionando estes dois novos vídeos que mostram, detalhadamente, todo o processo na confecção do brasão de família Ager, em painel de couro, feito por Gilberto Guzenski. Todos os comentários são bem-vindos.

parte 1 (duração 5:54):

 

parte 2 (duração 4:54):

Como o brasão é descoberto?

05/01/2010 por admin

Na Idade Média, os Arautos registravam os brasões em livros sob sua guarda. Hoje, esses brasões estão reunidos em livros chamados "Armoriais". Um Armorial pode conter brasões de um único país ou de um grupo de países, pode ainda conter o histórico da origem do sobrenome.

Alguns Armoriais contém os brasões de forma descritiva (em uma linguagem chamada "linguagem heráldica"), aonde o Heraldista, após ler a descrição, desenha o brasão. Outros livros já apresentam o brasão de forma visual.

Gilberto Guzenski, heraldista desde 1967, possui dezenas de Armoriais oficiais, que juntos contém centenas de milhares de sobrenomes, que são sua principal fonte de pesquisa.

 

Exemplo de Armorial, com brasões apresentados visualmente:pagina

A Heráldica

04/01/2010 por admin

“É através da Heráldica – arte e ciência – que se produz e estuda os brasões e se interpreta as origens, os significados simbólicos e sociais de famílias, grupos, nações e instituições”

cavaleiro1

Para distinguir os cavaleiros sob a pesada armadura, no campo de batalha, e facilitar a reunião dos guerreiros em torno de uma bandeira, um sistema de emblemas, chamado heráldica, foi desenvolvido. Para cada nobre foi criado um sistema de emblemas heráldicos único, chamado de brasão de armas, para ser mostrado em seu escudo, sobretudo e bandeiras.

A palavra Heráldica, segundo alguns livros, vem da raiz da palavra alemã "har" e de "haren" que quer dizer "gritar" ou "chamar".

 

Fonte: relatos de Gilberto Guzenski e wikipedia

22.600 novos sobrenomes para pesquisa online

01/01/2010 por admin

Acabei de adicionar ao site, cerca de 22.600 novos sobrenomes, os quais possuem brasão de família. Agora o site disponibiliza sobrenomes de origem Portuguesa (todos), Espanhola (parcial), Irlandesa (parcial), Inglesa (parcial) e Escocesa (parcial).

Ao longo de 2010, espero ter disponível, online, sobrenomes de origem Alemã, Polonesa e Italiana.

Infelizmente a maioria dos sobrenomes estão registrados em dezenas de livros e em outros arquivos do Museu Medieval, e seu cadastro na internet demanda tempo e dinheiro, por isso recomendo, que mesmo não encontrado seu sobrenome na pesquisa do site, que você faça uma pesquisa gratuitamente por telefone: (54)3286.3697

 

Abraços e feliz 2010!
www.museumedieval.com.br